Marie-Louise Otabela — uma ativista dos Camarões no exílio
Entrevistado: Marie-Louise Eteki Otabela
Local da entrevista: Bruxelas
Entrevistador: Bahdon Abdillahi
Contexto: Nascida nos Camarões, Marie-Louise Eteki Otabela é investigadora em ciências políticas (doutoramento). Estudou em França e no Canadá. Tornou-se feminista e autora de numerosos artigos científicos e obras sobre a política e a sociedade camaronesas. (Miséria e grandeza da democracia nos Camarões, Paris, L’Harmattan, 1985; A Assembleia dos povos camaroneses: Os Camarões que queremos, Paris, L’Harmattan, 1995; O totalitarismo dos Estados africanos: o caso dos Camarões, Paris, L’Harmattan, 2001; O confronto que não aconteceu. Eleições presidenciais de 2004 nos Camarões, Paris, L’Harmattan, 2006). Ativista política, fundadora de numerosas associações de mulheres, entre as quais a Associação de Luta contra a Violência contra as Mulheres (ALVF), e de um partido político feminista, a Coordenação das Forças Alternativas. Desde 2018, encontra-se exilada na Bélgica.
Palavras-chave: candidata, eleições, feminista, mulher, política.
A entrevista original foi feita em francês.
Marie-Louise Otabela - une activiste du Cameroun en exil
Interviewée : Marie-Louise Eteki Otabela
Lieu de l'entretien : Bruxelles
Intervieweur: Bahdon Abdillahi
Contexte : Née au Cameroun, Marie-Louise Eteki Otabela est chercheuse en science politique (PhD). Elle a étudié en France et au Canada. Devenue féministe et auteure de nombreux articles scientifiques et ouvrages sur la politique et la société camerounaises. (Misère et grandeur de la démocratie au Cameroun, Paris, l’Harmattan, 1985 ; L’assemblée des peuples camerounais : Le Cameroun que nous voulons, Paris, l’Harmattan, 1995 ; Le totalitarisme des Etats africains : le cas du Cameroun, Paris, l’Harmattan, 2001 ; Le face-à-face manqué. Cameroun élections présidentielles 2004, Paris, l’Harmattan, 2006). Activiste politique, fondatrice de nombreuses associations des femmes dont l’Association de Lutte contre les Violences faites aux Femmes (ALVF) et d’un parti politique féministe, Coordination des Forces Alternatives, un parti féministe. Depuis 2018, elle est exilée en Belgique.
Mots-clés : candidate, élections, féministe, femme, politique.
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