Education, and particularly the provision of quality education, has been at the forefront of global development agendas for the last thirty years, becoming a priority for governments, bilateral, multilateral, and civil society organisations.
Education, and particularly the provision of quality education, has been at the forefront of global development agendas for the last thirty years, becoming a priority for governments, bilateral, multilateral, and civil society organisations.
Em 1971 tive oportunidade de publicar o que terá constituído a primeira expressão escrita de uma certa visão do homem moçambicano por ele próprio, em tempo nevrálgico e especialmente nevrálgico em quanto respeitava à sua afirmação identitária.
El tema de la otredad no podría estar más al día, en este momento en que The Empires write Back y en que las fronteras, si por un lado se vuelven más cerradas y sólidas, por otro toman formas cada vez más líquidas y diversas, obligando a que nos enfrentemos al otro, a la otra, y nos veamos en el espejo, como individuos, pero también como naciones con un pasado. La literatura, que cruza el camino de la representación y de la ficción, de la historia y de la filosofía, es una de las formas privilegiadas de pensar sobre el tema.
Para além de raros especialistas, alguns políticos e certos investidores, as guerras coloniais (conquistas e abandonos incluídos) não interessam senão às famílias cujos membros masculinos nelas participaram, de livre vontade ou obrigados. Geralmente, não são guerras patrióticas. As de Portugal não foram excepção a esta realidade. Para que fossem inscritas num contexto histórico nacional, seria necessário ensiná-las nas escolas.
A história das relações coloniais portuguesas com África, nos séculos XIX e XX, conheceu nos últimos anos um desenvolvimento assinalável com a publicação de um conjunto considerável de documentos e obras que revelam novas perspetivas de investigação.
Graças ao Centro de Estudos Africanos da Universidade do Porto, a historiografia relativa à Escravatura, ao Tráfico de Escravos e ao Trabalho Forçado no contexto da colonização ganhou nova dinâmica. Investigadores da mais diversa proveniência têm emprestado ao fenómeno histórico uma atenção sistemática expressa em colóquios e publicações de que esta mesma é exemplo. Integrada nesse projecto global que prossegue.
Este é um livro de história postal. Talvez não seja dificil haver uma aceitação quase espontânea desta etiquetagem: estuda uma sucessão de acontecimentos relacionados com o funcionamento da correspondência numa região durante um período de tempo passado. Mas, por isso mesmo, será interessante reflectirmos um pouco mais sobre o assunto, não nos deixarmos embalar pelas primeiras "evidências".
“Por outro lado, é evidente que em todas as formas em que o produtor directo permanece o ‘possuidor’ dos meios de produção e de trabalho necessários para produzir os seus meios de subsistência, a relação de propriedade deve fatalmente manifestar-se ao mesmo tempo como uma relação de amo e servidor.”1
A obra que se segue é uma referência fundamental para a compreensão da temática dos ritos de iniciação das populações macuas e lómuès do Norte de Moçambique. Para além disso, devo realçar o facto de o Professor Eduardo da Conceição Medeiros ter colectado, analisado, sistematizado e explicado informação que corria o risco de se perder na voragem oportunista dos novos tempos, que primaram por branquear a história, a cultura e a memória de tradições moçambicanas ancestrais.
O trabalho africano foi um elemento decisivo na construção do mundo moderno. Através do tráfico de escravos para a América, cerca de dez milhões de migrantes involuntários contribuíram para que o chamado Novo Mundo se integrasse num sistema mundial de poder e comércio.
R&D Unit integrated in the project number UIDB/00495/2020 (DOI 10.54499/UIDB/00495/2020) and UIDP/00495/2020.

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