Em 1877, foi publicado um livro, em Lisboa, sobre a colónia portuguesa de São Tomé e Príncipe. O seu autor era Manuel Ferreira Ribeiro, um médico com opiniões controversas sobre os habitantes dessa colónia, em particular sobre os brancos, um grupo que incluía igualmente os degredados, indivíduos que tinham sido acusados de cometer crimes e cujas sentenças incluíam muitas vezes trabalho correccional.

O texto que aqui se apresenta pretende ser uma reflexão sobre as representações geográficas vinculadas no na I Exposição Colonial Portuguesa, em 1934, e de que forma elas reflectiram e moldaram o imaginário nacional sobre os espaços do império português, ao mesmo tempo, que se problematiza a apropriação dos saberes geográficos como veículo ideológico e de propaganda.

A globalização, fase recente da mundialização do capitalismo imperialista, caracteriza-se diferencialmente, entre outros aspectos, pelo aumento da importância dos mercados financeiros, assente no capital fictício. Globalização é agravamento das desigualdades económico-sociais à escala mundial e importância crescente da economia subterrânea na reprodução do sistema.

A educação (a escolar e a não escolar) é um direito dos cidadãos. É fundamental para o desenvolvimento expressando-se inevitavelmente numa dimensão local. É tanto mais importante quanto a situação periférica do espaço de intervenção. 

O desenvolvimento ecologicamente sustentável exige uma ruptura epistemológica com a economia clássica e com a noção de crescimento quantitativo. É uma visão bio-económica que enquadra a economia num sistema mais vasto – a biosfera. Assim, para haver um desenvolvimento ecologicamente sustentável é necessário que a tecnosfera funcione como ecotécnica, isto é: o metabolismo circular transforma a esgotabilidade energética em renovabilidade e os lixos em nutrientes recicláveis.

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